quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A força da música em minha vida!

                    É incrível como vivo de climas. Gosto de quase todos. Acho incrível o clima das cidades, ouço um tipo de música quando estou em cada uma delas ou quando quero me sentir nelas. (Não me perguntem o porquê disso que direi a seguir, porque tento achar a resposta disso.) Charlie Brown Jr. (e Aliados) me remete(m) à Santos, basta ouvir que me sinto andando pelo Gonzaga, se ouço Forfun (principalmente o Polisenso [disco]) me sinto em Porto Seguro (talvez porque tenha sido minha trilha sonora quando viajei pra lá), quando ouço Cine, Strike, CPM 22, Hateen, Nx Zero, Gloria etc me sinto em São Paulo (eletrônico e outros tipos de música também), quando ouço Blink me sinto tanto nos EUA quanto nos rolês com meus amigos no sítio (sim, no sítio) fazendo bobeira, quando ouço Linkin Park lembro de eu e mais dois amigos indo dar um rolê atrás de meninas daoras de outras cidades (o foda era conseguir arrumar alguma rs) e Linkin Park me remete também, juntamente com Evanescence e outras bandas gringas, à uma praça onde a galerinha se reunia. Posso citar também qualquer sertanejo antigo (sim, sertanejo), em que basta eu ouvir pra me sentir na "minha fazenda com minha camionete, meus gados", ouvir O Rappa, Dibob, Scracho ou Bonde da Stronda já me levam pro Rio de Janeiro, (o lugar mais legal que já fui) e assim por diante.
                    É claro que não poderia faltar minha inspiração master que é a NENHUM DE NÓS, amo essa banda de verdade, pode parecer bizarro, mas AMO mesmo, é a banda da minha vida. Quando a ouço me imagino em diversos lugares do sul com minha esposa e meus filhos viajando, ou então com meus pais e assim por diante. Porém, mesmo assim o Nenhum de Nós preenche uma lacuna em mim, porque as vezes não me sinto na vibe de nenhuma música, não me alegra ouvir quase nada, mas qualquer que seja a música do Nenhum de Nós já me motiva e é o famoso "pau pra toda obra" na minha vida, eu ouço em qualquer situação, qualquer circunstância e sempre vai parecer melhor até mesmo que as músicas que condizem com o momento. Vocês podem perguntar: "Mas André, até numa balada você preferiria o Nenhum de Nós ao David 'Guetta'? (não sei se é assim que escreve)." A Resposta é "sim", pode ser o que for, aonde for. 
                   Mas agora vou fazer jus ao título. Todos sabem que vivo sem internet, sem TV, sem muitas coisas, porém não sem a música. Isso porque a música é basicamente o que me ajuda a vivenciar melhor o momento. Se tô triste eu ouço uma música triste que é pra foder com tudo. Se tô feliz ouço uma música bem alegre que me faça ficar mais alegre ainda e assim segue-se para todos os sentimentos. 
                    Pode parecer bobeira, mas a música me leva pra outros lugares, e como eu já disse: algumas músicas me levam à alguns lugares, então quando quero estar nesses lugares ouço a música que condiga com o mesmo. Assim também acontece quando quero lembrar de alguma pessoa. O mais foda disso tudo é que além da música me trazer nostalgia (e eu sofrer porque sempre estou em nostalgia, pois parece sempre que o passado é melhor do que o presente [uma bosta isso]) os sabores, os cheiros, as cores, o clima do dia, o tempo etc também me remetem à climas. Não sei se estou alegre ou triste digitando esse texto que ninguém vai ler, o fato é que estou me abrindo, eu necessito me abrir. Blog é um psicólogo de pobre rs.

Sempre quis saber todas as respostas, mas a graça da vida são as indagações. E então? Então eu decidi levar uma vida sem graça, porque prefiro buscá-las à todo custo. 

Me pego meio estranho (como sempre), sem saber o que fazer, sem saber definir como estou. Um dia estou ótimo, outro estou péssimo e a música interfere muito nisso. E é engraçado que um "fusca" de notícias ruins me desanima e nem uma "frota de caminhões" de notícias boas me animam. Talvez eu precise me tratar rs.
Resumindo: a música me transporta e mexe demais comigo (assim como as opiniões das pessoas [que será fato de próximos posts]).

Nenhum comentário:

Postar um comentário